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Marcos Escobar Gomes Pereira
Comentário ·
há 13 anos
Adote um bandido!
Luiz Flávio Gomes
·
há 13 anos
Adorei o texto mestre, obrigado por mais este ensinamento... A "jornalista" em questão, realmente precisa de um choque de moralidade humanista e de ética profissional. Do contrário, voltemos a barbárie e autotutela das quais apenas os fisicamente fortes e os ricos poderiam se defender...
Arrasou mestre, meu respeito pelo senhor aumentou considerávelmente - se é que é possível.
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Marcos Escobar Gomes Pereira
Comentário ·
há 13 anos
Das Uniões Poliafetivas: seria o fim da monogamia?
DellaCella Souza Advogados
·
há 13 anos
Maria Berenice Dias, em um artigo, diz a mais pura verdade.
Após permitir-se ao casal - e em especial após a emancipação feminina - o divórcio, de não mais permanecerem obrigatoriamente unidos, de não mais serem obrigados a manter um vinculo jurídico-social formado por um documento, foi que as relações familiares cada vez mais passaram a depender do afeto para se originarem, e para se manterem.
Lógico, é errôneo o pensamento arcaico de que uma CERTIDÃO de CASAMENTO torna o casal feliz, e segure casamento. Ter FILHOS, também não segura casamento... A única coisa que segura casamento - e qualquer outro tipo de entidade familiar - é o afeto, na forma de amor... quando deixa de existir o afeto... Com o tempo, a família vai se perdendo, independentemente dos documentos que a concebem, de prole... De bens.
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Marcos Escobar Gomes Pereira
Comentário ·
há 13 anos
Das Uniões Poliafetivas: seria o fim da monogamia?
DellaCella Souza Advogados
·
há 13 anos
Muito bom seu artigo, eu adorei tudo nele, sua tese foi muito bem defendida, muito bem explanada... Compartilho do seu pensamento.
Triste saber, que algumas pessoas, presas por preceitos culturais, paradigmas tradicionais, e idiossincrasias e ideologias conservadoras, teimem em invadir a vida privada das pessoas para inflamar o ego, de vê-los agindo da mineira que acham ser certa...
Há uma incoerência lógica muito grande, no fato de que, tais pessoas tradicionalistas, não medem esforços para manter a vida alheia da maneira como desejam, intervêm em assuntos particulares e em sentimentos particulares ao seu bel prazer, quando se trata de afeto, de união, de amor...
Mas quando é um assunto, que por si só permitiria a intervenção de terceiros na vida privada da família (ex: violência no lar - com a mulher, com a criança - negligência, alienação parental) eles não fazem questão nenhuma de se intrometerem, haja vista, que a lei de Alienação Parental, a
Lei Maria da Penha
(não entrarei no mérito quanto a validade) são leis relativamente novas, comparadas aos antigos paradigmas cristãos e conservadores ligados ao casamento
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